Desenho Cérebro

REAVALIANDO O PROTOCOLO DE TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA

O Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas para Esclerose Múltipla (PCDT), do Ministério da Saúde, foi recentemente revisado. O texto, que serve de guia para médicos gerais, vem a público carecendo de nova apreciação, em virtude de evidência publicada este ano que auxilia na decisão, muitas vezes complexa, da escolha entre um ou outro medicamento em caso de falha terapêutica a…

RECOMENDAÇÕES PARA VACINAÇÃO EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA, INCLUINDO GRIPE H1N1 1

RECOMENDAÇÕES PARA VACINAÇÃO EM PACIENTES COM ESCLEROSE MÚLTIPLA, INCLUINDO GRIPE H1N1

A esclerose múltipla, a neuromielite óptica e as demais doenças desmielinizantes estão dentre as condições neurológicas crônicas que possuem indicações específicas para vacinação, inclusive para a influenza. Algumas particularidades como o uso de medicamentos imunossupressores ou ocorrência de surtos recentes exigem cuidados adicionais. Estes e outros detalhes você confere no texto a seguir. Classificação das vacinas existentes Podemos classificar as…

Cannabis

USO DE DERIVADOS DA CANNABIS NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

O uso de derivados da Cannabis (maconha) tem sido tema de grande interesse em virtude do seu potencial terapêutico medicinal, especialmente para doenças neurológicas e, dentre estas, a esclerose múltipla (EM). Recentemente, o uso do canabidiol (principal componente não psicoativo da planta) foi liberado para prescrição médica, tendo a ANVISA permitido a importação para vários casos, exigindo-se, para tanto, prescrição…

Capsula

GILENYA, PRIMEIRA TERAPIA ORAL IMUNOMODULADORA PARA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Em setembro de 2010 foi aprovado, nos EUA, o primeiro medicamento oral imunomodulador para tratamento da forma recorrente-remitente de esclerose múltipla, Gilenya. Posteriormente, o medicamento foi aprovado para uso na Europa e em outros países – incluindo o Brasil – e encontra-se atualmente em uso na prática clínica diária. Seu princípio ativo é o fingolimode, uma substância produzida a partir da…

Atrofia Celrebral esclerose

IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO E CONTROLE DA ATROFIA CEREBRAL NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

Nos últimos anos avançou-se muito em relação ao tratamento da forma recorrente-remitente da esclerose múltipla e à maneira como a monitoramos, especialmente em relação ao uso da ressonância magnética (RM). Felizmente, cada vez mais, temos nos deparado com a situação em que o paciente retorna em consulta sem novos surtos. Eventualmente há ainda queixa de fadiga ou intolerância ao calor,…

ESTRESSE E EM (esclerose múltipla) 2

ESTRESSE E EM (esclerose múltipla)

As evidências atuais reforçam cada vez mais o papel do estresse psicológico e a forma como lidamos com ele sobre a saúde humana, com grande participação do sistema imunológico como mediador destas respostas. Neste horizonte do conhecimento estão as doenças autoimunes e a esclerose múltipla. No mês de dezembro 1822 eu viajei de Ramsgate para as Terras Altas da Escócia,…

vitamina b12

A IMPORTÂNCIA DA VITAMINA B12 NA ESCLEROSE MÚLTIPLA

A vitamina B12, também chamada de cobalamina, é uma vitamina de suma importância para o sistema nervoso, especialmente em indivíduos com esclerose múltipla. Desempenha relevante papel na síntese da mielina (capa de gordura que envolve os nervos) e na diminuição da toxicidade cerebral, pela sua ação antioxidante e por ser fundamental na diminuição da homocisteína plasmática (substancia neurotóxica). Além disso,…

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